Como já visto em post passados, a Rede Cegonha é um projeto do Governo Federal dividido em quatro frentes que objetivam proporcionar a mulher e ao bebê um desenvolvimento saudável desde a gravidez até os seus dois anos.

Fonte: http://redehumanizasus.net/94558-rede-cegonha-pratica-de-atencao-a-saude/

Já pensaram que o ser humano é o único animal que após o nascimento tem uma dependência integral da sua mãe para sobrevivência por um longo período? E não é por pouco tempo. São, no mínimo, dois anos e, são estes dois primeiros anos que a Rede Cegonha cuida no Componente 4: atenção integral à saúde da criança. 

Infelizmente o Brasil encampa uma posição não muito agradável quanto aos número referente a mortalidade infantil. De acordo com os dados estatísticos, o número vem baixando consideravelmente, porém, a meta é a meta de garantir o direito à vida e à saúde a toda criança brasileira, então é preciso ainda muita atenção.

Saber o número de crianças que não ultrapassam o seu primeiro ano de vida não é apenas um detalhe quantitativo é qualitativo. 

Através deste número é possível obter informações sobre os serviços público e se estão sendo eficazes, a saber: saneamento básico, sistema de saúde, disponibilidade de remédios e vacinas, se as crianças estão possuindo acompanhamento médico, educação, como está sendo a gestação e a maternidade, saber se as crianças estão recebendo alimentação adequada, entre muitos outros.

Combater a mortalidade infantil é uma das metas da Agenda 2030, que já falamos por aqui. E, o projeto Cegonha, desenvolve um trabalho que vai exatamente fortalecer o compromisso do Brasil.

Busca o projeto qualificar equipe e mãe à atenção neonatal e aos cuidados da criança até os 2 anos de idade completos. 

Foto por rawpixel.com em Pexels.com

Aos recém nascidos garante boas práticas de atenção embasadas nos princípios da humanização, todos decorrentes de evidências científicas, como garantia de permanência do recém nascido ao lado da mãe durante todo o tempo de internação, desde os primeiros momentos de vida, possibilitando o contato pele a pele e apoio à amamentação se possível ainda na primeira hora de vida, estimular a participação do pai, além claro, da realização de todos os exames de triagens neonatais tais como o teste do pezinho, olhinho e orelhinha, etc., no mesmo espaço ou orientando a mãe/pai para o local específico.

Aos recém nascidos de risco (prematuros, baixo peso ou os que apresentam problemas respiratórios ou outros que precisam de uma atenção especial) o programa prevê um como proposta investimentos a serem realizados no ambiente hospitalar de maneira a se tornar capacitado para receber e cuidar destes recém nascidos, atendendo tanto a eles, como as mães, garantindo leitos de Unidades de Tratamento Intensivo, Unidades de Cuidados Intermediários e os Leitos Cangurus. 

Todo este cuidado deverá ser encontrado também após a saída da Maternidade, a começar com a entrega da Caderneta de Saúde da Crianças, com a devida explicação aos pais com atenção a necessidade de atendimento do que é lá proposto. Vale lembrar que a Caderneta de Saúde da Criança é o passaporte para a cidadania.

Passaporte da Cidadania

Após, nas consultas médicas a serem realizadas nas Unidades de Saúde Básicas com a qualificação no atendimento deste público durante toda a infância: com foco no aleitamento materno, no crescimento e desenvolvimento da criança com olhar biopsicossocial.

Foto por Pixabay em Pexels.com

Cuidar das mães e das crianças, principalmente nos seus dois primeiros anos, é garantir um desenvolvimento saudável tanto da criança, com da mãe e da família como um todo. Mais que um objetivo da ONU, ou ser compromisso da Agenda 2030, o que se propõe é um respeito ao direito de nascer e ao direito de viver.

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OBSERVAÇÃO: O presente texto é exclusivamente para esclarecimento quanto ao assunto. Não substitui o parecer técnico de um advogado que analisará o caso em concreto nem retira a necessidade de consulta jurídica específica para análise do caso. Na dúvida, procure um advogado.

2 comentários sobre “Rede Cegonha parte 5 – Atenção integral à saúde da criança

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